O vice-presidente do Sindicato da Indústria
da Construção Civil do Estado de São
Paulo (Sinduscon), Luiz Antonio Messias, disse que os critérios
necessários dentro de uma governança de Parcerias
Público-Privadas (PPPs), para uma prestação
de serviços, acompanhado ou não de uma obra
inicialmente exigem critérios de julgamento diferenciados.
"O risco que se corre com essa lei de
licitação é que as obras públicas
pura e simples burlem a lei de licitações para
favorecimentos de empresas previamente acertadas", enfatizou
Messias.
Perguntado se o PPP pode ser aplicado como
solução aos Planos de Saúde, Messias
respondeu que pode ser aplicado em qualquer serviço
prestado, em princípio, mas não acredita que
isso seria viável.
Messias participa de debate Nacional sobre
Parceria-Publico Privada, promovido, hoje em São Paulo,
pela Câmara Americana de Comércio de São
Paulo (Amcham-SP).
(Silvana Orsini - InvestNews)