O presidente do Instituto Brasileiro de Executivo
de Finanças do Rio de Janeiro, Reynaldo Aloy, estimou
hoje que somente a partir de 2005 estarão em vigor os
contratos de Parceria Pública Privada (PPP). O prazo,
segundo ele, é necessário para a realização
de estudos e definição de aspectos processuais.
"Em outros, os contratos levarão tempo para adquirir
maturidade e serem colocados em prática, como a Inglaterra,
que levou quatro anos", disse.
Aloy revelou que encaminhou ao Ministério
do Planejamento seis projetos de desenvolvimento de setores
importantes do Rio, que poderão ser enquadrados no PPP.
Um desses projetos trata da possibilidade da exportação
de produtos e técnicos de informática, setor que
o Rio é um centro fornecedor de especialistas de alta
tecnologia. O outro trata de monitoramento remoto com base em
imagens na internet. Os dois projetos têm estimativa de
movimentar US$ 32 milhões.
Segundo
Aloy, os projetos são importantes para divulgar a capacidade
e a inteligência do Brasil na área de informática
e para a absorção dos jovens que sai dos centros
universitários. Reynaldo Aloy participou da abertura
do seminário sobre a Parceria Pública Privada,
promovido, pelo Ibef, no Hotel Guanabara.